domingo, 3 de janeiro de 2016

DEUS É O MESMO ONTEM, HOJE E ETERNAMENTE

No último dia de 2015 celebramos ao Senhor em um Culto de Agradecimento... Através da palavra introdutória (Salmos 18) e dos testemunhos compartilhados pudemos ver o cuidado do Senhor para com os seus... Da mesma maneira que o salmista Davi relatou ao longo do salmo suas lutas em meio a frequentes perseguições de seus inimigos e posteriormente seu vasto repertório de vitórias, nossos irmãos e irmãs também compartilharam suas experiências acerca da provisão de Deus sobre suas vidas... Deus é Fiel, e certamente tem preparado um 2016 de vitórias para o seu povo, junte-se a nós Deus tem uma nova história para a sua vida!


Salmo 18:1-3
Eu te amo, ó Senhor, minha força.
2 O Senhor é a minha rocha, a minha fortaleza e o meu libertador; o meu Deus é o meu rochedo, em quem me refugio. Ele é o meu escudo e o poder que me salva, a minha torre alta.
3 Clamo ao Senhor, que é digno de louvor, e estou salvo dos meus inimigos.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

FAMÍLIA PROJETO DE DEUS

Neste Sábado 05/12/2015 às 19hs

Preletor: Presbítero RUBERLEI

Rua José Bonifácio de Andrade e Silva nº 462
Jardim Vitória - Caieiras/SP


quinta-feira, 19 de novembro de 2015

PROJETO NEEMIAS

"Estou fazendo uma grande obra, de modo que não poderei descer. Porque cessaria esta obra..." Neemias 6:3
As obras de construção da IBCOPTP estão a todo vapor, mas para concretizarmos precisamos de sua fidelidade quanto aos dízimos, ofertas voluntárias e Projeto Neemias.
"e todos os que estavam dispostos, cujos corações os impeliu a isso, trouxeram uma oferta ao Senhor para a obra da Tenda do Encontro, para todos os seus serviços e para as vestes sagradas." Êxodo 35:21












quarta-feira, 31 de julho de 2013

FORMATURA DA TURMA DE TEOLOGIA IETESP & IBCOPTP

A percepção do instante: oportunidade, escolha e gratidão.

Obs: Discurso de paraninfo pronunciado no dia 27 de julho de 2013 aos formandos do curso de Teologia do Instituto de Educação Teológica no Estado de São Paulo (IETESP).


PRÓLOGO.

Pastor e prof. Valdir dos Santos, diretor executivo do IETESP; pastora e profa. Angela Puckett, coordenadora pedagógica; caros colegas professores e demais componentes desta mesa; formandos, familiares e amigos, senhoras e senhores, boa noite.
Em primeiro lugar, agradeço a Deus por permitir-nos compartilhar este momento de alegria e gratidão. O olhar e o sorriso de vocês são mais do que suficientes para demonstrar que o trabalho que desenvolvemos juntos em sala de aula valeu apena. Além disso, valeu apena porque superamos o modelo tradicional que coloca o professor como um ser “iluminado” e superior ao aluno e investimos numa relação de amizade e reciprocidade, onde aprendemos juntos. Não só partilhamos das certezas (que alias, no campo acadêmico são poucas), mas também das dúvidas e dilemas, acreditando ser o caminho para renovar o conhecimento. Sempre partíamos do pressuposto de que não sabíamos. Portanto, tenham a certeza de que nesta relação construída em sala de aula, transformamo-nos reciprocamente.
Em segundo lugar, quero dizer que fiquei muito honrado por me escolherem como paraninfo da turma, uma das homenagens mais gratificantes que um professor pode receber em sua carreira acadêmica, especialmente por que expressa um reconhecimento simbólico daquilo que representamos na vida de cada um de vocês. E nesse sentido, tenho a certeza de que falo também como representante de meus amigos e colegas professores, pois, cada um deles se dedicou horas e horas para dar a melhor aula de suas vidas; além disso, entregaram-se sem reservas e sem receios de verem seus alunos o superarem. Como diria o poeta Guimarães Rosa, “mestre é aquele que de repente aprende”.
Além desse reconhecimento simbólico, uma espécie de “oscar” para um professor, este momento constitui-se também numa das maiores responsabilidades que se atribui à um paraninfo: poder condensar um conjunto de experiências acumuladas ao longo de 3 anos e dizer a vocês que este legado, o conhecimento e as experiências adquiridas, não devem restringir-se a sala de aula, mas multiplicar-se para além dela. Este legado deve ganhar uma dimensão prática de humildade e gratidão; deve renunciar o orgulho e a presunção de autossuficiência; renunciar o individualismo que nos impede de compartilhar e viver em comunidade e fraternidade. Sim, é justamente isso que caracteriza o teólogo como discípulo de Cristo: senso de humildade (nulidade) e aspiração para servir a comunidade (fraternidade). Sem estas duas qualidades, a tarefa do teólogo tenderia a substituir a Palavra de Deus por palavra de homens; tenderia a suprimir a gloria do Crucificado e Ressuscitado.

ATO I – O INSTANTE DA OPORTUNIDADE
Se pudesse dar um tema ao tenho a dizer para vocês, colocaria “a percepção do instante: oportunidade, escolha e gratidão”. Portanto, como está dimensão de humildade e fraternidade que apresentei como características do teólogo se manifestam na prática, no cotidiano, na dimensão da vida, das experiências? Destacarei pelo menos três modelos básicos, a saber, (1) perceber as oportunidades da vida como únicas, (2) e diante delas perceber a responsabilidade das escolhas, e por fim, (3) percebe-las como graça, um favor não merecido, pelo qual só podemos agradecer. Enfim: oportunidade, escolha e gratidão.
Quanto às oportunidades, pode-se dizer que estas são construídas na temporalidade concreta, isto é, na dimensão de nosso tempo presente e vivencial: chamarei essa fração de tempo de “instante”. O filosofo e poeta francês, Gaston Bachelard dizia que “o instante é o único momento do tempo do qual temos consciência”. Soren Kierkegaard, teólogo e filósofo dinamarquês, também dizia que “o instante é um átomo da eternidade, o primeiro reflexo da eternidade no tempo”. Ou seja, o instante é o único momento do tempo do qual somos contemporâneos de nós mesmos. Isso implica em dizer que o passado já não existe, a não ser pelos recursos da memória. Virou “história”. Não podemos mais acessa-lo e transforma-lo. E quantas oportunidades não se foram? Por outro lado, o futuro ainda não existe, pois não se realizou concretamente. Está na dimensão dos sonhos, das utopias e das esperanças.
Portanto, o único tempo que temos para experimentar a vida e perceber oportunidades como únicas, construir sonhos e esperanças, é o instante. É nesse sentido que o homem é um “ser histórico”: não apenas um "ser no mundo", mas "com o mundo". Rudolf Bultmann, teólogo e exegeta alemão, dizia que “só os homens podem ter uma existência, porque só estes são seres históricos”. Em outros termos, deixe-lhes dizer o que significa o “instante”: é valorizar cada respiro como se fosse o ultimo; é apreciar a beleza do nascer e do por do sol; é saborear, sem pressa, uma refeição; é valorizar um abraço; é olhar nos olhos e perceber a verdade de uma amizade; é dizer “te amo”.... enfim, é viver e não apenas “existir”.
O teólogo, como membro de uma comunidade confessante, deve perceber que o fundamento de sua esperança o impulsiona a viver o instante e seu limiar, o horizonte. É nesse sentido que podemos ouvir o poeta alemão, Johann Goethe dizer:

Por que vagar ao longe?Olha, o bem está tão perto!Aprende a agarrar a felicidade,Pois a felicidade está sempre a mão

Ele ainda dizia, “de bom grado suportamos tudo isso que passa; se nos restar somente o eterno de cada instante, não sofreremos pelo tempo que passa”.


ATO II – O INSTANTE DA ESCOLHA
Desse modo, o instante é potencialmente repleto de escolhas, embora nem sempre conscientes, e não atoa o chamamos de “presente”. Pierre Bourdieu, um sociólogo francês, dizia que nossas escolhas são construídas no que ele chama de “espaço dos possíveis”. Somos o que somos não de modo aleatório ou por uma determinação mecânica, mas por um conjunto de relações que estabelecemos uns com os outros. Não escolhemos nascer, não escolhemos nosso próprio nome, mas podemos escolher o que fazer com nossa vida e com nosso nome. É que chamamos de “trajetória”. Elas são perpassadas umas pelas outras, como um emaranhado de linhas que se encontram. Em sala de aula nossas trajetórias se encontraram, construindo uma relação. E como diz o antropólogo brasileiro, Eduardo Viveiros de Castro, “toda relação implica em transformação”.
É nesse “espaço dos possíveis”, onde construímos nossas trajetórias, que fazemos escolhas, muitas vezes inconscientes, mas repletas de sentidos para vida. Quantos cursos vocês poderiam optar por fazer, além da teologia? Alguns até com promissores retornos financeiros. Mas por que a teologia? Ao optar por ela, optamos por um modo de ver o mundo. E este modo de ver o mundo, não nos tornar superiores aos outros, mas nos permite vê-lo tal como ele é: carente do sagrado, sedento por Deus. Além disso, optar pela teologia significa optar por um labor, um empreendimento intelectual muitas vezes solitário. O teólogo suíço, Karl Barth dizia:

Quem se envolver com a teologia ver-se-á inevitavelmente levado desde o início e, depois, repetidas vezes a uma estranha solidão, notoriamente angustiante. O teólogo deverá, em regra, conformar-se com o fato de tratar de seu assunto em certo isolamento, não só em relação ao ‘mundo’, mas também à Igreja.

Uma crônica de Rubem Alves, poeta e teólogo brasileiro, desvela teor desta solidão, que tenho certeza, alguns de vocês já sentiram.

A minha profissão? Bem... sou teólogo. Não, o senhor não me ouviu bem. Não sou geólogo. Teólogo. Isto mesmo... Não é necessário dissimular o espanto porque eu mesmo me espanto, frequentemente. E nem esconder o sorriso. Eu compreendo. Também não é necessário pedir desculpas. Sei que sua intenção foi boa. Perguntou sobre minha profissão apenas para começar uma conversa. A viagem é longa. É fácil falar sobre profissão. Tudo teria dado certo se minha profissão fosse uma destas profissões que todo mundo conhece. Se eu tivesse dito dentista, médico, mecânico, agente funerário já estaríamos a meio a um animado bate-papo. Da profissão passaríamos a crise econômica, da crise econômica saltaríamos para a política e o mundo seria nosso. O teólogo fala como quem acredita. Mas é isto que ficou proibido: acreditar. Daí a vergonha e o estigma. Como é possível que o levem a sério?... Daí seu silêncio, a solidão...

ATO III – O INSTANTE DA GRATIDÃO
Por sua vez, as oportunidades e as escolhas nos levam ao reconhecimento e gratidão. Um dos teólogos mais importantes do século XVIII, Friedrich Schleiermacher, costumava definir a fé como “sentimento de dependência absoluta”, isto é, uma sensação de nulidade diante do sagrado; uma sensação de finitude e de “ser nada”, a não ser “pó e cinza”, como bem lembra Rudolf Otto acerca da experiência de Abraão. Trata-se do reconhecimento de que todas as nossas conquistas, nas mais diversas áreas, não seriam possíveis sem uma rede de dependência: Deus, família, amigos, etc...Portanto, nada mais justo que reconhecer que por trás de todas as vossas atividades e conquistas, havia uma mãe, um pai, um filho, um irmão, um amigo, uma comunidade, uma igreja, torcendo para que vocês não desistissem, torcendo para que valesse apena cada folego investido.
E de fato, foram estas pessoas que fizeram com que vocês superassem cada obstáculo. Quantas vezes vocês não pensaram em desistir, seja por questões financeiras ou de outra ordem? Quantas vezes vocês não tiveram que deixar temporariamente o conforto de vossos lares e aconchego de vossas famílias para ficar numa sala de aula, as vezes com sono e cansado, depois de uma jornada de trabalho? Quantas preocupações não lhes vieram diante das tarefas escolares, como por exemplo, relatórios de leituras, pesquisas e trabalhos exigidos por professores, e diante da tão “temida” prova? Mas, apesar de todos estes obstáculos, encontraram forças e apoio para continuar e hoje pode dizer “como valeu apena”.

EPÍLOGO
Por fim, após apresentar as características do teólogo como discípulo de Cristo (humildade e serviço à comunidade), e demonstrar como elas se manifestam no cotidiano pelas oportunidades, pelas escolhas e gratidão, concluo apresentando as tarefa primordial: Eis, portanto, o seu papel: falar da revelação de Deus e sua relação com o homem, mas sem orgulhar-se da pretensão de quem julga saber tudo e está apto a condenar os que discordam de sua posição, como se fossem um “especialista em Deus”. Muito embora sua "ciência" tenha uma pretensão totalizante (Deus e o universo!), sua postura deve ser humilde e de alguém sempre apto a propor diálogos. Nesse sentido, Jesus diria, “não fostes vós que me escolhestes, mas eu vos escolhi e vos nomeie para que vades de deis frutos, afim de que vosso fruto permaneça”.Eis o instante das oportunidades, das escolhas e da gratidão...
Obrigado.



Fonte: http://professorteles.blogspot.com.br/2013/07/a-percepcao-do-instante-oportunidade.html

quarta-feira, 13 de março de 2013

ONDE ESTÁ IGREJA DO SENHOR JESUS? Apocalipse 1:7,8

     O Senhor virá como prometido para buscar um povo de várias regiões da terra, povo de várias tribos, raças e etnias, não importa a placa do lugar onde eles se reúnem, nem seus modos culturais, nem seu idioma, o que vai servir de identidade ou reconhecimento é o quanto seus hábitos e costumes são parecidos ou idênticos com aquele a quem esse povo afirma pertencer. O quanto esse povo se deixou moldar-se para tornar a imagem e a semelhança de Jesus.
     O quanto que absorveram de tudo o que Ele deixou registrado como lei e mandamento para se observar e fazer. O mesmo tanto que aquele que trabalha a prata precisa estar atento para que não se perca o material destinado para a confecção da mesma, esse povo precisa olhar e observar seu mestre; até que sua aparência exterior e interior se transforme em um da mesma especie e qualidade que Ele, que de tal forma se casem suas estruturas que seja impossível decifrar onde começa Ele e onde termina você.
     Assim como a virgem deve lutar contra todos os prazeres momentâneos da carne, para apresentar-se imaculada para seu esposo desposá-la apos a cerimonia do casamento e ali se entregar por inteiro ao seu esposo em amor, assim deve esse povo fugir dos prazeres profanos que o mundo lhes oferece para que naquele dia seu noivo Jesus possa encontrar-se com esse povo que se identifica como a noiva do Senhor; igreja de Cristo atuante na terra e desfrutar por inteiro daquilo que seu mestre tem para lhe dar, não só um lugar maravilhoso de ruas de ouro, muros de jaspe, não apenas um lugar onde não haverá mais tristezas, nem pranto, nem dor, não apenas um lugar onde não haverá mais o adeus da separação, mais sobre tudo isso, ele nos levará para que onde Ele esteja, estejamos nós também.
  Procura-se esse povo que identifica-se como povo do Senhor; povo que não procura fama própria para si, que não deseja honrarias, que sabe amar aos que lhe odeia e perdoar aos que lhe ofende, povo que ama a Deus acima de tudo e de todos, e que nem precisa lhe pedir provas disso, pois sua vida e aqueles que lhes rodeia vê nas suas ações que realmente há uma diferença entre aqueles que servem a Deus e aos que não servem.
     É um povo estranho, fala constantemente com esse Deus invisível que apesar de óbvio sua existência e sua marca patente em tudo o que criou com suas próprias mãos, nunca deixou-se fotografar, não pousou para as câmeras e holofotes; embora os feitos mais tremendos e até inimagináveis foi Ele quem fez, ainda antes do mundo ser mundo e ainda antes da existência de tudo Ele o é e ninguém há que possa escapar de suas mãos. No entanto esse Deus na sua simplicidade de ser observa tudo e diz que sua obra mais sublime da criação somos eu e você!
     Ele nos escolheu entre tudo o que existe e apostou em nós, se entregando a ponto de se tornar um de nós e como se isso não fosse o suficiente, deixou provas claras de que é possivel viver nesta terra sem se corromper aqui, e que ainda que por essa causa venhamos a perder a vida terrena, Ele tem o poder de nos ressuscitar e nos dar uma vida melhor e superior, uma vida eterna.
     Procura-se essa igreja, que se reúne com o firme propósito de se encontrar com Deus para adora-lo em Espirito e em verdade, porque sabe que Ele também desde o principio procura por aqueles que o ame assim. Povo que compreendeu que esse Deus é um Deus zeloso de boas obras, que não aceita dividir-nos com mais nada e ninguém.
     Povo que aceita as regras de viver no tempo e no momento declarado por Ele, que aceita o sim e o nada, e vive feliz no espera. Povo que aprendeu a viver feliz em qualquer circunstancia e que mesmo com motivos aparentes pra chorar, salta de alegria ao ouvir a voz do seu Senhor; e olha que "Senhor" não é apenas um título para impor respeito não; Senhor é porque esse povo chamado igreja de Cristo permite que Ele o Cristo esteja realmente no comando e que família é primeiramente a reunião daqueles que fazem a vontade do Pai Deus.
     Procura-se desesperadamente esse povo que aprendeu através da pratica a amar um ao outro e fazer pelo outro aquilo que gostariam que fizessem a si mesmo e que por onde eles passam as pessoas dizem: - Passou por aqui aqueles que estão transformando o mundo, influenciando com seus bons costumes e libertando os que antes estavam vivendo sob o jugo da escravidão do pecado e até aos cegos espirituais eles tem trazido novas perspectiva de vida porque agora eles não só afirmam enxergar mas provam que andam na luz, passou por aqui um povo que quando proibidos de falar em nome de Jesus respondem em alto e bom tom que mais importa obedecer a Deus do que aos homens.
     Procura-se um povo ao contrário daquele outro povo que busca fortuna, saúde, paz tranquilidade terrena, um povo que busca a Deus por amor e que ao invés de buscar revelação humana segundo o que agrade seu coração permaneça fiel ao seu dono mesmo quando de cidade em cidade o Espirito Santo lhes revela dizendo que lhes espera prisões e tribulações (Atos 20:23,24) e que em nada consideram suas vidas preciosas contato que cumpram com alegria a carreira e o mistério que receberam de Jesus para dar testemunho da sua mensagem de salvação da graça de Deus.
     Esse povo por amor a esse Deus esta pronto a enfrentar os tribunais que se opuserem as palavras de seu comandante, povo que não chama o errado de certo e nem o mal de bem e com risco de perder  a própria vida da nome ao erro de pecado e combate fielmente porque deseja ver seu semelhante desfrutando do melhor de Deus e tendo o direito já concedido por Deus de sermos filhos de Deus e não apenas criaturas, povo que chora com os que chora e sorri com os que estão feliz.
     Se você conhece ou pertence a um povo assim, seja bem vindo e quando quiser venha se reunir conosco, pertencemos a mesma família e estamos nos preparando para nossa maior festa, tudo esta numa correria total, ainda falta os retoques finais, embora esse momento já tenha sido avisado há muito tempo, sabe como é, quando vem chegando a hora por mais que tenhamos nos preparado percebemos que deixamos escapar detalhes importantes para que tudo fique perfeito, ai o porque dessa correria e do convite estar sendo feito dessa maneira, mas se você é um de nós alargue sua tenda, finque bem suas estacas porque vem chegando as multidões, já se ouve os barulhos de seus carros velozes, eles vem dos quatro cantos da terra para se congregar com alaridos de guerra, com brado de vitória com roupas e trajes festivos porque ai vem vindo o seu grande Senhor, montado em seus cavalos de fogo e cavalga velozmente sobre as nuvens, Ele virá nos arrebatar, todo olho verá, cumprida está a sua promessa e a hora deste encontro chegou...
     Maranata ora vem Senhor Jesus!

Pastora lenira Lourenço.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Meditando a palavra de Deus em Hebreus

     Hoje a igreja tem vivido um evangelho de prosperidade baseada nas coisas deste mundo, mas a fé não esta movida ao que temos neste mundo, e temos que estar cientes que aquele que há de vir, virá e não tardará.

     Esse evangelho que só fala das coisas da terra, não é o verdadeiro evangelho de Jesus, nosso foco tem que estar nas coisas do alto, muitas vezes ficamos cobrando de Deus as coisas terrenas, mas é tempo de nos preocuparmos com as coisas celestiais; todas as coisas desta terra pode vir até nós, mas nossos olhos tem que estar no Senhor, todos os heróis da galeria da fé tinha uma promessa terrena, mas eles morreram olhando para as coisas vindouras, aguardando as coisas do céu, negaram a si mesmos pra que se cumprisse a promessa celestial.
     Nossa oração não tem que ser repetitiva, segundo as palavra s ditas por Jesus, mas temos feito orações repetitivas porque nossa fé está baseada nas coisas terrenas. O mundo têm colocado seus padrões de pessoas bem sucedidas e nós temos perdido nosso foco espiritual que é nossa herança celestial, pois somos peregrinos aqui na terra, temos que estar fundamentados em Cristo.
     Se hoje fosse nosso ultimo dia em que estaria fundamentada nossa fé? E se Deus te falasse hoje:
- Você esta disposto a negar as promessas terrenas para alcançar a vindoura, qual seria sua resposta?
     O que observamos hoje em dia é que ninguém quer mais o evangelho do negar-se a si mesmo, o evangelho do sereis odiados pelo meu nome; o evangelho do sofrereis perseguições, sereis açoitados, padecereis sofrimento!
    Todo mundo esta buscando o auto reconhecimento, glória passageira, a glória dos homens, mas a palavra afirma que se negarmos a nós mesmos então teremos a coroa incorruptível, seremos participantes da glória futura.
     Vem a mim ou vem a nós? É difícil? Mas o justo viverá da fé!
     Quando colocarmos nossa vida nas mãos do Senhor, então saberemos que Ele é um Deus de providências, as coisas que pareciam ser um fardo fazer vai nos tornar motivos de alegria.
    Ou você crê, ou você não crê! Ou vive o vitupério de Cristo levando isso no seu corpo, ou você não é de Cristo; esse é o verdadeiro evangelho, negar-se a si mesmo em prol do outro, Qual é o evangelho que você quer viver? Qual o preço você quer pagar?
Mensagem pronunciada pela Thais Ferreira no culto desta quinta feira.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Meditando nas parabolas de Jesus no livro de Lucas...

     Pela vida do pior pecador foi pago o mesmo preço, o preço do sangue que foi vertido lá na cruz; assim como somos importantes para Deus essas vidas que estão perdidas ai fora, praticando os atos mais horríveis que se possa imaginar também são.
     A palavra de Deus está em nós, mas não para que apenas a guardemos em nossos corações ou para nós mesmos, somos chamados para uma grande obra, fomos escolhidos para sermos ministros de Deus sobre a terra, estamos vivendo os últimos dias e temos que fazer algo diferente, fazermos a diferença, sair da mesmice, não podemos continuar nos reunindo uma vez por semana e voltar para nossos lares e achar que está tudo bem. Se Jesus vier hoje, Ele vai cobrar de nós.
     De nada vai valer se tivermos guardado a palavra para nós mesmos sem compartilhar, estamos aqui em unidade, nos fortalecemos, buscamos vigor em Deus para fazermos a obra Dele, e isso cada dia, muito mais que fiz ontem.

Mensagem pronunciada pelo irmão diácono Uelinton no culto desta terça feira.

 

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? I Corintios 3:16

     Hoje estava assistindo televisão e ouvi um comercial que dizia: -" Casa é aquele lugar onde você sente ser seu!". E comecei a pensar nessa frase e me lembrei e passei a meditar neste versículo biblico onde a palavra de Deus nos afirma que o Espirito de Deus habita em nós e que somos morada Dele!.
     Se for da maneira como o comercial da televisão fala o que também acho que tem toda lógica do mundo, então é necessário que o Espirito Santo se sinta a vontade para poder habitar em nós, temos que lhe dar a primazia de tudo, temos que deixá-lo nos ornamentar da maneira como Ele gosta, nossa vida tem que ser santa, para que Ele continue habitando nessa morada e fazendo desta morada o lugar onde Ele sente que é a casa Dele.


     Santidade tem a ver com separação, separados para uso exclusivo de Deus, isso quer dizer me abster dos prazeres carnais e me colocar inteiramente nas mãos e a serviço do meu Senhor, permitir que Ele esteja sempre no comando de minhas vontades, permitir que Ele faça minhas escolhas, confiar em seu gosto pessoal e ter certeza que irei desfrutar do melhor de Deus, mesmo quando esse melhor não tem nada a ver comigo e com minhas vontades e maneiras, embora a palavra de Deus afirma nos Salmos 37 que se eu entregar e confiar os meus caminhos e desejos a esse Deus, Ele satisfará o desejo do meu coração, e sabe de que maneira Ele fará isso? Meu coração será inteiramente Dele, então aquilo que Ele fizer me trará satisfação porque já não vivo mais eu, mas Ele vive por mim, e em mim.
     Que coisa tremenda... Um Deus que tem um céu de ruas de ouro, muros de jaspe, um rio de cristal, uma cidade nova onde não há tristeza e nem dor para habitar, prefere vir e fazer morada em nós. 
Pastora Lenira Lourenço.